Nos últimos dias tem se discutido acerca da descaracterização que o antigo edifício que abrigou a Rádio e o Cine Nordeste, na Cidade Alta, vem sofrendo em virtude de uma “reforma” irregular que irá transformá-lo, se nada for feito, num estacionamento 24 horas.

O descaso com os edifícios históricos em Natal já é de praxe. Lembro-me da Pedra do Rosário, no bairro da Ribeira; a casa da “Viúva Machado”, na Cidade a Alta; e atualmente, leio no jornal Tribuna do Norte do dia 11, que a casa de Djalma Maranhão localizada em Petrópolis está totalmente abandonada, o mato já tomou conta das dependências.

No mesmo dia 10 deste mês, chegaram ao ARQRN duas notícias de relevante importância para o nosso Patrimônio Arquitetônico e Cultural: O IPHAN , Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, está propondo o tombamento do Centro Histórico de Natal.

A superintendência do Iphan da Paraíba e do Rio Grande do Norte concluíram o dossiê que propõe o tombamento do Centro Histórico de Natal.

Atenção, arquitetos, incorporadores, construtores e engenheiros: as leis existem, estão em vigor e cabe a você usa-las! A advertência pode parecer óbvia, mas precisa ser reforçada e espalhada aos quatro ventos quando se trata dos direitos autorais da categoria em questão.

Obras de impacto em Belo Horizonte com nova configuração na malha urbana e nos serviços disponíveis vêm produzindo demolições endossadas pelo governo estadual e municipal em edificação tombada pelo IEPHA – Instituto Estadual de Patrimônio Histórico e Artístico.

Angelo Arruda, Presidente da Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas – FNA – esteve em Natal para participar da 3ª Conferencia das Cidades. Nesta ocasião visitou o IAB-RN para iniciar o processo de reativação do Sindicato dos Arquitetos e Urbanistas do Rio Grande do norte.

Professor no curso de Arquitetura e Urbanismo da UFRN desde 1976, o arquiteto Marizo Vítor é o primeiro entrevistado na coluna “Palavra de Arquiteto” do Arqrn.com. Conheça um pouco mais sobre a formação, a história e as influências que marcaram sua trajetória.

Com uma visão clara e objetiva sobre o tema, o arquiteto Francisco Soares Lima Júnior escreve sobre como o processo de verticalização pode ser benéfico como política de desenvolvimento urbano.

Estudos recentes acerca da paisagem investigam as atividades impactantes que contribuem para a sua modificação e buscam melhor compreender a sociedade através das marcas do cotidiano nela impressas.

Busca